Existem muitos pontos em comum nos dois métodos – Kabbalah e Sufismo.
Seus adeptos, através da dança dos Dervixes, da poesia e do canto e de outras formas de arte atingem internamente estados devocionais que rompem com a percepção que temos deste mundo físico e permitem estabelecer uma relação direta com Allah, o Criador.
De uma forma reduzida e até simplória, a Kabbalah hebraica pode ser definida como “Um método para revelação do Criador” e o mesmo ocorre com o Sufismo Isâmico. Seus adeptos, através da dança dos Deviches, da poesia e do canto e de outras formas de arte atingem internamente estados devocionais que rompem com a percepção que temos deste mundo físico e permitem estabelecer uma relação direta com Alah, o Criador.
Este trabalho não pretende ser acadêmico, historiográfico ou teológico. O que apresentaremos aqui é um paralelo entre o que há de mais elevado na expressão devocional do coração Sufista e o Kabalista. Deste modo poderemos aprender sobre a Kabbalah e sentir um pouco do enlevo espiritual que os maiores expoentes do Sufismo nos legaram, lembrando que todos têm a mesma origem, o mesmo pai, Abraão.
Foi de Abraão, o Grande Pai, aquele que se opôs a Babel, que surgiram a Kabbalah, o Judaísmo, o Cristianismo e o Islã.
Esperamos tocar suas almas nestes tempos em que ”Babel” está ressurgindo… Mas isto, é uma outra história, uma outra etapa.